Não consigo Dormir.



Não consigo dormir...
Fico acordado, noite e dia, dando voltas á cabeça.
Não quero dormir pois não consigo sonhar nada de novo.
Está tudo visto, tudo inventado;
Tudo é passado, e o futuro é a repetição deste.

Não necessito de dormir para ter pesadelos…
Para ver, ouvir e senti-los não preciso de dormir.
A vida é o pior pesadelo:
Vemos os horrores das guerras e conflitos com toda a naturalidade;
Ouvimos coisas falsas e maldosas da boca das pessoas como se verdades fossem;
Sentimo-nos mal com tudo de errado que se passa a nossa volta sem podermos fazer nada.
Os verdadeiros pesadelos não estão só na nossa cabeça,
Mas sim nas nossas acções.

Não necessito de dormir para ter sonhos…
Para os ver, ouvir e sentir basta estar acordado.
A vida já é o melhor sonho:                                                        
Vemos pessoas maravilhosas,
Tão singelas que bastam a sua presença para nos fazer sentir melhor;
Ouvimos o conforto de uma palavra amiga,
Tão simples e bela que nos alivia a nossa dor;
Sentimos o valor da amizade e do amor nas coisas insignificantes,
Tão pequenas que são que nem acreditamos no seu valor.

Os verdadeiros sonhos não estão só na nossa cabeça,
Mas sim nas coisas boas que fazemos e recebemos.

O mais tenebroso pesadelo nada se compara às atrocidades das pessoas;
O mais belo sonho nada se equipara á nossa capacidade de criar maravilhosas coisas.

A nossa mente adormecida não pára;
Sem as restrições da realidade, esta expande-se na sua total plenitude;
Exercita os seus músculos num treino para o dia-a-dia.
É o berço das ideias luminosas;
São pensamentos brilhantes que iluminam a escuridão da noite,
E sobrevivem para ver a luz do dia.

Com a nossa mente podemos dar largas á nossa fantasia,
Podemos criar mundos imaginários,
Um cem número de coisas fantásticas.

Mas o que fazemos na realidade:
O que criamos, fazemos ou recebemos,
Isso sim é o grande desafio.

Vamos então dormir para sonhar,
Ter ideias novas e mirabolantes,
Para criar um mundo melhor… …

”Boa Noite!”

O amor dói.


Dizem que o amor dói, não pode ser;
O amor é algo bom, nobre e puro; não dói.

Dizem que a falta de amor dói, faz sofre, não pode ser;
O amor é uma expressão, é um pensamento criado pelas pessoas para exprimir um bem-estar com algo, não dói.

Então o que me dói:
Doem-me as costas, de tanto andar cabisbaixo;
Posição característica de alguém que perdeu o coração e não o encontra.

O amor é um bom sentimento, é o calor que nos aquece a alma, que nos revitaliza; não dói.

Então o que me dói:
Doem-me as pernas, de tanto correr parado;
Percorro distâncias sem fim na minha mente, em busca do porquê esquecido naquela esquina onde nos separamos.

O amor é altruísta, fazemos coisas incríveis apenas para ver os outros felizes, não dói;

Então o que me dói:
Doem-me os pulmões, de tanto suspirar;
Reviver bons momentos que ficam na memória em conjunto com estes pensamentos confusos.

O amor é simples, é encontrar as pequenas diferenças que nos fazem iguais, que nos completam, não dói.

Ah! Maldita a humanidade por sem tão diversificada;
Por cada pessoa ser tão maravilhosamente diferente como maleficamente distinta.

Devia-mos ser todos iguais:
Sermos tão simples como preto no branco,
Tão rectos como linhas hirtas e sem curvas.
Sem subterfúgios, argumentos ou qualquer tipo de desculpas.
Estaríamos a olhar uns para os outros como para nós próprios,
Apenas veríamos o nosso reflexo no espelho.
Então não teríamos surpresas, nem desgostos nem desilusões.
O mundo seria então tão certo e previsível quanto as nossas certezas e convicções.

Um paraíso previsível de paz e monotonia.

Mas num Éden assim não havia lugar para o mistério,
Ou aquelas surpresas que nos aguçam a mente.
Não havia espaço para o romance,
Ou para os mais singelos sentimentos que nos aquecem o coração.
Não havia nada para nos despertar a mente, nada para nos orgulhar… Nada.

Não! Está bem assim…

Viva o amor! Viva a dor que ele nos provoca!
Tão doce e feliz, pois assim é a vida;
Como amargo e triste, pois assim é a vida…

Palavras Inertes


As palavras são inertes; não valem rigorosamente nada….
São apenas tinta num fundo branco, parados no tempo sem fazerem sentido.
São simples aglomerados de letras separados por pequenos espaços vazios.

As palavras são inertes para quem não as consegue interpreta-las.
São meros rabiscos numa arte mais matemática do que poética.

Mas quando aprendemos a decifrar este código estranho,
Quando tomamos consciência deste outro mundo escrito;
Algo acontece nas nossas mentes:

As palavras deixam de ser apenas desenhos para saltarem do papel para a nossa fantasia.
Identificarmos uma sequência de letras e logo a nossa mente visualiza o objecto como se real ele fosse.

É aí que as palavras tomam vida;
Objectos e formas nascem no nosso cérebro devido á grande imaginação humana:
Ao lermos um texto, imediatamente visualizamos lugares, paisagens e mesmo situações.
Pequenas sequências cinematográficas visuais que existem na nossa cabeça.
É tão fácil identificar coisas do nosso dia-a-dia em poucas palavras.

Mas a coisa torna-se verdadeiramente interessante quando, para além dos conceitos básicos, passamos a expressar opiniões e sentimentos.

Ao exprimirmos uma emoção, estamos a exteriorizar um estado de espírito;
Transformamos um sentimento abstracto numa palavra concreta;
Reduzimos o infinito a uma dimensão real.

Ao adjectivar algo estamos a exprimir uma opinião;
Pois a noção de grande ou pequeno depende do ponto de vista de cada um.

É; a Linguagem é o melhor tesouro que temos;
É tão rica em palavras e significados quanto quisermos.

Coisa uma coisa estranha; isto da Linguagem:
Cada palavra contém, dentro de si, uma quantidade enorme de significados diferentes;
Mas cada conceito tem várias palavras que o identificam.
No entanto, muitas vezes, são necessárias muitas palavras para explicar uma coisa só…
E nem sempre chega.

Então recorremos aos adjectivos, advérbios e expressões,
Somente para qualificar um único e bastante simples substantivo comum.

Conjugamos os verbos em todas as suas formas e feitios;
Para explicar definitivamente uma acção inexplicável.

Usamos a poesia, berço da arte,
Pois sem ela não haveria,
Nem amor nem magia.

Criamos pois palavras, e novas formas de expressão,
S3mpr3 p n0s 3nt3nd3r bue d m3lh0r… J

Ah! Parece ilusionismo quando conseguimos exprimir os mais íntimos sentimentos apenas com meras palavras.
Parece um truque; pois tanta emoção não cabe apenas num círculo tão fechado como a escrita.
Parece existir uma disparidade enorme entre a complexidade da nossa mente e a simplicidade das palavras.
Um universo infinito e em constante mutação; frente a um conjunto de palavras finitas e imóveis.
Uma batalha intemporal sem princípio nem fim….

No entanto, conseguimos sempre esse milagre;
De exprimir o irreal no real das palavras;

É esse o Dom da humanidade:
De transformar o impossível num possível acessível.

De qualquer das formas existe uma palavra que, essa sim, é inerte.
Ela é: “COMENTEM!”

Nostalgia


Oh tempo volta para traz;
Traz-me de volta os bons velhos tempos;
Deixa-me brincar na minha felicidade ancestral.

Quero refazer o caminho percorrido,
E tudo corrigir para melhor.

Mas nada poderia ser menos verdade,
Pois cada decisão tem o seu tempo e o seu espaço;
As suas próprias circunstancias do momento,
E esse momento, esse mesmo jamais voltará.

­Por mais voltas que o mundo dê;
Por mais preces que o mundo fizer;
Nada altera o passado,
Apenas fazemos o presente.

Vivemos Hoje no topo da nossa pirâmide de decisões passadas,
Não para nos arrastar no caminho,
Mas sim para nos elevar sempre mais alto.

No entanto, de vez em quando, a nostalgia apodera-se de nós;
Instintivamente olhamos para traz, para baixo;
Perdemo-nos na montanha de decisões vividas;
Suspiramos por velhas encruzilhadas,
E como seria a caminhada se o outro caminho fosse tomado.

Recuamos então mentalmente,
Num esforço inútil de imaginação,
Para, por breves momentos virtuais, por meros suspiros,
Quase conseguir ver o outro caminho;
Quase conseguir tocar a felicidade perfeita;
Só para de novo cairmos no velho mundo imperfeito.

Mas a imperfeição, bem como a sua oposta perfeição, de facto não existem,
Apenas arranjamos razões para o que fazemos,
E desculpas para o que não fazemos
E no entretanto, vivermos a vida que podemos…

“Hoax” não é detergente, e a mancha.

Já todos o recebemos, já todos os lemos, principalmente, já todos o reenviamos.

O “Hoax” (que vem da expressão “Hocus Pocus”) é um termo Informático que define uma mensagem informativa enviada pela internet que não é verdadeira.
Esta mensagem é normalmente uma notícia mais ou menos alarmante. Constitui algum perigo, ou custo, para o computador e consequentemente para o utilizador.
Este, ao ler, fica assustado o suficiente para reenviar a mensagem para os seus contactos dando assim continuidade á corrente.
O “Hoax” tem como objectivo criar pânico nos utilizadores. Daí advêm duas acções: a primeira é o reenvio da mensagem criando outro fenómeno: o “Spam”; desse falarei noutro artigo.
A segunda é criar no utilizador a necessidade de fazer algo para evitar essa catástrofe: instalar um programa indicado (esse sim contendo vírus); apagar um ficheiro (deixando o computador vulnerável a ataques), ou outras no género.
Basta uma pequena pesquisa na internet para verificar a falsidade da mensagem; impedindo assim a sua propagação.

O interessante neste tipo de situações e que, as pessoas, ao lerem as mensagens, imediatamente as aceitam como verdade e reenviam-nas ficando com a sensação de o dever cumprido. Ficam satisfeitas com elas próprias não pensando mais no assunto.

Ora isto só acontece neste meio de comunicação: o escrito.
Caso a mensagem fosse oral; transmitida, por exemplo, numa conversa; seriam as próprias a desconfiarem: normalmente perguntariam sobre a veracidade do facto; teriam dúvidas e certamente iriam debate-las. Só o facto de estarmos frente-a-frente (mesmo que ao telefone) provocaria o diálogo, a análise, e a consequente morte da corrente.

É aqui que se vê, claramente, a força da palavra escrita.
Quando cravamos o nosso cunho preto (mesmo que digital) numa folha branca.
Estamos a afirmar algo com o máximo de convicção.
Firmamos um contrato em que assinamos por baixo.
E a nossa assinatura prova que não brincamos com o assunto.

Aí, o texto torna-se sentença para os nossos sentidos.
Uma simples brincadeira torna-se tão grosseira quanto possível;
Uma piada torna-se tão séria quanto a nossa vontade….
E até uma pequena opinião transforma-se numa grande verdade como uma marca para todo o sempre.

É assim que passamos de uma pequena piada (escrita com toda a pompa e verosimilhança); que pelo poder da escrita e da capacidade de reenvio do nosso computador; a transformamos numa grande verdade. Torna-se quase inquestionável levando-nos a tomar todas as precauções para que nada nos aconteça… O que acaba por acontecer.

Como uma boa publicidade ou uma boa charada, tudo se evita se não acreditemos á primeira em tudo que lemos.
O truque está em perguntarmos a nós mesmos e aos outros  qual o fundo de verdade da mensagem. Tudo começa e acaba em nós... Na nossa capacidade de quer saber.


Muito bem; façamos o teste:

“Acredita no que acabou de ler?”
Comente.

A sala de espera Declamada...

Aqui está o pequeno vídeo de Miguel Guilherme a declamar o meu texto "A sala de espera do hospital":




Nota: Se a música do blog não desligar, basta clicar duas vezes no vídeo para o abrir noutra página ou separador.

Espero que gostem e comentem.

"A Sala de espera do Hospital"



Meus caros amigos;

É com muito prazer que estou hoje aqui, não a escrever qualquer análise, mas a informar algo de alguma importância; pelo menos para mim.
Costumo acompanhar o programa Antena 1 da RDP(720Khz): “A História de Vida”. Neste programa as pessoas enviam pequenos textos sobre momentos da sua vida pessoal. Estes, se forem aceites, serão lidos por Miguel Guilherme e comentados pelo próprio, por Inês Fonseca Santos (apresentadores do programa), e sempre por um convidado.
Acontece que, á cerca de um mês, enviei um texto de minha autoria para o programa.

Trata-se de um pequeno episódio da minha vida passado na sala de espera do Hospital Santos Silva em Vila Nova de Gaia. Na altura nada liguei pois a pressão do momento o impediu. Agora recordo o momento com simpatia pois ajudou a aliviar a dor…

É Então com muito gosto que este vai ser lido em directo no próximo dia 24 de Maio, Domingo às 13h, horário do programa.

Gostava que ouvissem o programa e comentassem aqui o meu texto: “A Sala de espera do Hospital”.

Desde já um muito obrigado pela atenção;
Pedro Guedes Fonseca.

Conversa Automática


- Olá! Então? Tudo bem?
- Tudo! E contigo?
- Cá estamos…
- O.K. Abraço…
- Yá! Xau…


…Nem me apercebi da conversa. Foi tão rápida e impessoal quem nem tive tempo de reagir. A minha resposta foi tão instintiva quanto a pergunta. Queria perguntar muito mais; saber e dar a conhecer novidades. Mas a distância do momento impediu o arranque da conversa.
De facto, falamos tão naturalmente como respiramos; quase sem pensar. Estamos a pensar numa coisa e a falar doutra e, por vezes, não damos atenção a nenhuma.
Por isso mecanizamos a conversa; produto dum múltiplo desdobrar da nossa mente.
O resultado é fraco em todos os sentidos: nem pensamos o que queremos, nem dizemos o que realmente gostávamos.
Não somos uma máquina especializada no total multi-processamento; somos meros humanos com demasiadas coisas na cabeça. Umas mais importantes que as outras, mas todas ocupam a totalidade do nosso raciocínio; impedindo então uma conversa decente.
Falhamos não pela falta de educação ou de tempo; apenas pela falta de coordenação da nossa mente. Distraímo-nos com tanta coisa que, quando damos conta, já perdemos a oportunidade.
O que eu queria realmente dizer?... Bem; na realidade, o que estou a pensar é simples:


“- Tá tudo…”
“- …Fiquem bem!...”

Conversa de Grupo.




O jantar estava óptimo.
É sempre bom jantar com amigos á volta de uma mesa.
Novos e velhos unidos a desfrutar de uma refeição proporciona grandes momentos de convívio. A conversa nasce naturalmente do encontro; estende-se por todo o grupo aquecendo a pequena comunidade, dando inicio ao debate.

Depois dos cumprimentos afáveis e sempre bem-vindos iniciais, os diálogos cruzam-se e misturam-se num único canal uníssono.

O tempo é sempre o primeiro assunto abordado; preocupação geral da população em qualquer conversa. A meteorologia tem um papel fundamental em todos os diálogos: preenche os espaços vazios quando não existe assunto; fala-se da credibilidade dos seus profissionais e do seu devido respeito que muitas vezes não tem; mas principalmente, abre o apetite para os restantes assuntos.

Os ausentes estão sempre presentes; quer por não estarem, quer por já não estarem… São parte integrante do grupo, ampliando-o com as suas presenças virtuais. Saltam boas e más memórias partilhadas com o devido respeito que merecem. Até os respectivos lugares vazios ganham vida momentaneamente.

Todos conversam, todos falam, poucos ouvem. Uns falam disto, outros daquilo. De tudo se fala nesta mesa pouco redonda.

Há quem fale de si, talvez dos seus êxitos e alegrias; mas sempre dos males e preocupações que nos assolam. A resposta, embora empática, é sempre egoísta. O centro da conversa passa então do emissor para o receptor. A maior parte das vezes a resposta, deixa de o ser, para passar a emitir a nossa própria experiência. Os nossos problemas são sempre mais importantes que os do próximo, menosprezando as suas emoções e valorizando as nossas.

Há quem fala dos outros, talvez dos seus êxitos e alegrias; mas sempre dos seus males e preocupações. Na maior parte das vezes vemos primeiro o lado mau das pessoas em vez de do bom. Somos conhecidos pelos nossos erros e defeitos independentemente das qualidades que temos.

Todos queremos ser o centro das atenções; independentemente da importância do que ouvimos. É por isso que num grupo existem sempre mais emissores do que receptores. Sendo assim, concentramo-nos de tal maneira na relevância do nosso discurso que perdemos completamente a capacidade auditiva; esta se existe, apenas serve para sabermos como encaixar o nosso discurso na conversa.
Por isso se geram mini-grupos: passamos de uma grande mesa redonda para pequenos círculos fechados; de um discurso geral para diálogos a dois.
E quando não conseguimos a atenção desejada, quando sentimos que estamos a perder o nosso pequeno poder, então falamos para o vazio; falamos para nós mesmos na esperança de que alguém nos ouça, e nos insira na sua conversa.

Tudo acaba como começou: afavelmente. As despedidas são sempre sentidas e demoradas para ficarem na memória. Fazem-se promessas vãs de um novo encontro, entre presentes e ausentes, que normalmente acabam na ausência de todos.
Todos os jantares de amigos começam com a ideia de um único. A esse juntam-se todos para a alegria do convívio. E termina cada um para seu lado como tudo na vida…
…Até uma próxima vez!

Música no Blog


Adicionei hoje uma pequena rádio pessoal a este Blog.
Não tem qualquer intuito comercial ou promocional. Apenas Música...

Porque a Música também se escreve!
A Música, tal qual a Escrita, ilumina a mente e embala o coração.
A Música, é uma Escrita compassada envolta num mar de notas que ritma a nossa vida a todo o momento.

Á Música ninguém fica indiferente;
Desde a pessoa mais alegre á mais sisuda;
Desde a música mais ritmada até á mais melancólica.

A verdadeira Música, essa agarra-se ás nossas memórias e crava-se no coração.
São Músicas intemporais que por mais que passem de "moda", para nós, ficam sempre na nossa... "Moda"!

E ficam sempre connosco:
Porque nos dizem algo sobre nós próprios ou sobre os nossos que nunca esqueceremos;
Porque ficam espelhadas em acontecimentos Importantes da nossa vida;
São feridas no nosso coração que sangram cada vez que as ouvimos;
Ou apenas bons momentos, que nada seriam sem elas.

É na simplicidade da Música que reside a complexidade das nossas vidas;
Pois numa Única Música podemos concentrar toda uma série de sentimentos,
Montanhas de sensações,
E todo uma vida,
Num Único momento Musical.

Música é Vida...
Música é sonhar...
E NUNCA deixem de Sonhar!


P. S.:
- Talvez a Música estrague a concentração da leitura;
(Desliguem a Radio.)
- Talvez a Música ajude a ler;
(Aumentem o volume.)
- Mas todos os comentários são válidos.
(Não se esqueçam disso!!!)